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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O Romanceiro
 
de Almeida Garrett     
 
 Edição/reimpressão: 2006
 
Páginas: 442
 
Editor: Verbo
 
ISBN: 9789725683620
 
Coleção: Biblioteca Ulisseia e Autores Portugueses                           
 
1 exemplar (Espaço Culturalmente)
 
 


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Sonetos
Livro de Bolso
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 232
Editor: 11 X 17
ISBN: 9789722526289
 
1 exemplar (Espaço Culturalmente)


 
Sinopse
 
Os reinos e os impérios poderosos,
Que em grandeza no mundo mais cresceram,
Ou por valor de esforço floresceram,
Ou por varões nas letras espantosos.

Teve Grécia Temístocles; famosos,
Os Cipiões a Roma engrandeceram;
Doze Pares a França glória deram;
Cides a Espanha, e Laras belicosos.

Ao nosso Portugal, que agora vemos
Tão diferente de seu ser primeiro,
Os vossos deram honra e liberdade.

E em vós, grão sucessor e novo herdeiro
Do Braganção estado, há mil extremos
Iguais ao sangue e mores que a idade.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Obra Completa
António Gedeão
Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 736
Editor: Relógio D` Água
ISBN: 9789727087907
 
1 exemplar (Espaço Culturalmente)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sinopse
 
São mais de setecentas páginas, onde pela primeira vez se apresenta a obra literára completa de António Gedeão (pseudónimo literário de Rómulo de Carvalho), incluindo inéditos poemas e narrativas da infância e da juventude, e a correspondência com Jorge de Sena. Com uma nota introdutória da escritora Natália Nunes, viúva do poeta, a publicação continua com um ensaio de Jorge de Sena sobre a poesia de Gedeão, a que se seguem os seus primeiros quatro livros: Movimento Perpétuo, Teatro do Mundo, Máquina de Fogo e Linhas de Força. Depois temos Quatro Poemas de Gaveta, um Soneto, os livros Poemas Póstumos e Novos Poemas Póstumos, as cartas a Jorge de Sena, as narrativas A Poltrona e Outras Novelas, duas peças de teatro e seis ensaios literários. No final, os inéditos de poesia, narrativa e teatro, escritos na infância e juventude.
 
Críticas de imprensa
 
"O lançamento desta obra completa de António Gedeão ainda não teve o relevo devido. Talvez porque (...) a sua poesia nunca tenha sido realmente aceite por todos os meios literários. E, no entanto, a obra poética do ensaísta e historiador de ciência Rómulo de Carvalho, sob o pseudónimo de António Gedeão, com a sua discreta ironia, o seu rigor na utilização da métrica e da palavra, é uma das mais originais do século XX português":
José Gabriel Viegas, in Revista Actual (Expresso), 31 de Julho de 2004

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Este livro que vos deixo - Livro 2
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 228
Editor: Casa das Letras
ISBN: 9789724619194
 
 
1 exemplar (Espaço Culturalmente)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sinopse
 
A publicação deste segundo volume da obra de António Aleixo possibilita um estudo mais aprofundado do que de melhor o poeta nos deixou.

Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O improvisador, quase analfabeto e de poucas letras, adquiriu e assimilou, ouvindo, essa cultura por forma singularmente séria e profunda, bastante para impressionar os que o leem.

Este livro que vos deixo - Livro 1
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 212
Editor: Casa das Letras
ISBN: 9789724619187


1 Exemplar (Espaço Culturalmente)



 
 
 

Sinopse
 
António Aleixo compõe e improvisa nas mais diversas situações e oportunidades. Umas vezes cantando numa feira ou festa de aldeia, outras, a pedido de amigos que lhe beliscam a veia; ora aproveitando traços caricaturais de pessoas conhecidas, ora sugestionando por uma conversa de tom mais elevado e a cuja altura sobe facilmente.
Passeando, sozinho, a guardar umas cabras ou a fazer circular as cautelas de lotaria - sua mais habitual ocupação, por isso também chamado «poeta cauteleiro» - ou acompanhado por amigos, numa ceia ou num café, o poeta está presente e alerta, e lá vem a quadra ou a sextilha a fixar um pensamento, a finalizar uma discussão, a apreciar um dito ou a refinar uma troça. E, normalmente, a forma é lapidar, o conceito incisivo e o vocabulário justo e preciso.
O que caracteriza a poesia de António Aleixo é o tom dorido, irónico, um pouco puritano de moralista, com que aprecia os acontecimentos e as ações dos homens.